Centro Social da Ericeira

A primeira infância é um tempo de descobertas, de experimentação, de começar a compreender o que nos rodeia. Cada criança traz dentro de si um potencial enorme e desconhecido, que todos os dias se vai relevando. A equipa do CSE procura contribuir para que a criança se vá conhecendo e reconhecendo num ambiente seguro.

O CSE linhas de actuação específicas que traduzem a nossa identidade e alguns dos princípios de Luiza Andaluz, fundadora das Servas Nossa Senhora de Fátima e fonte de inspiração da nossa acção colectiva:

Tornar felizes os que nos rodeiam

Temos como objectivo contribuir em primeiro lugar para a felicidade das crianças, contribuindo para que elas sintam que o CSE é uma extensão da sua casa e se sintam num ambiente onde impera a boa disposição, a alegria das conquistas diárias, o colo na altura das insatisfações.

E procuramos que as crianças aprendam também através do nosso testemunho, contribuindo para o bem-estar das crianças com quem interagem.

Um ambiente de interacção positiva onde crianças e famílias se sentem verdadeiramente acolhidas e confiantes numa equipa que procura estar continuamente ao serviço.

Entre o passado que se afasta e o futuro que nos aguarda, está o presente onde temos deveres a cumprir

A equipa do CSE procura estar atenta aos desafios que nos trazem as crianças e às preocupações das famílias. E é neste sentido que é importante o trabalho diário das crianças, de as ensinar a viver sem pressas exageradas, a fazer uma aquisição de aprendizagens, respeitando o seu ritmo, os seus gostos e habilidades.

Ao mesmo tempo procuramos que famílias e crianças olhem também para o que são preocupações do futuro, actuando no presente. Durante este triénio o Projecto Pedagógico do CSE tem como lema a Ecologia Integral – uma maneira diferente de olhar para a realidade, a partir da interacção com o que nos rodeia.

Passar fazendo o bem

Ajudar as crianças a descobrir que todos fazemos parte do mundo e que cresçam com gestos e atitudes solidárias. Que aprendam a não ficar indiferentes à realidade, a serem activas na mudança no mundo, a relacionarem-se com os outros contribuindo para uma sociedade mais inclusiva, que gere de forma mais fraterna a diversidade.